Sorriso em hora errada
Carta de amante a namorado
Piada de velório
Culpa no escapulário
Traição sem trair
Gozo sem gozar
Descida simultânea de mal-estar
Viagem, vertigem
Zona parcial de um comportamento qualquer
Espera que o mal te quer
Ricardo Celestino
Abanheém - A língua que as pessoas falam
contato: ricardo.celestino2003@gmail.com
terça-feira, 24 de maio de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
HORA DE MAIS
segunda-feira, 11 de abril de 2011
QUE O QUE?

A formalidade institucional às vezes aborrece. Os olhos lacrimejam saciedades de estorvar o que não é cumplicidade, como se somente existisse você e o instinto animal de consumir o que quiser, na hora que. Vejo por exemplo o macaco, aquele homem desenvolvido que pode comer com os pés, e quantas vezes em minha vida quis andar com as mãos e necessitar dos pés para outras. Haja que lhe dão paciência e você a consome com o que. Viajando, dançando, virando nuvem, em hora e data do que. Palestrando, comendo hiatos, cometendo quiasmos, tudo no momento que. Deus fez, quis, se apoderou das extremidades e das periferias no exato instante que.
- Ricardo Celestino
sexta-feira, 8 de abril de 2011
COLÉGIO MINADO
sexta-feira, 18 de março de 2011
CAOS E CONSERVAÇÃO
segunda-feira, 14 de março de 2011
ANTES DE ACABAR...

Vejo-me escondido e surdo
Acompanhado de um poema sujo
Falando prosas particulares
E quando vira a vida, ou um segundo
Parece que já to ficando mudo
Desvia o Sol daqueles teus olhares
Se decidir que na manhã te nublo
Eu preferiria você assim desnudo
Para entrar de vez em meus alteres
Mas como peca essa dor de mundo
Queria observar mais um segundo
Até que se vá então a outros ares.
- Ricardo Celestino
quinta-feira, 10 de março de 2011
O PREÇO DA VIDA

Tanto faz que dizem sim
Tanto dizem que um não
Pode ser coragem para mim
E até glória, ou comoção
Vejo a vida diferente
Escolho os meios, os ares
Sempre que remo contra corrente
Encontro carranca nos olhares
Quanto vale a vida
Sempre à missão, ao objetivo
Se tão geral, ou tão específico
Quanto vale a vida
Que nesta nau não me cativo
Que desencontro pontos pacíficos.
Ricardo Celestino
Assinar:
Postagens (Atom)

