
As traças civilizadas
Deságuam desgraças
Em forma de pólvora
Civilização!
Espelham, semeiam
Vento, vertigem, vontade
De olhos em graças
De podridão!
Até quando a gente
Vai ver o mundo
Explodindo o canhão?
Até quando a gente
Viola com brasas
O nosso irmão?
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